Adriano Machado/Crusoé

Antes de fusão com DEM, PSL marca reunião para definir rumo na corrida presidencial

26.01.22 16:18

Prestes a se fundir com o DEM para a criação do União Brasil, o PSL prepara uma reunião no dia 8 de fevereiro, na sede do partido, para definir se defenderá a candidatura própria à Presidência ou o apoio a um nome de outro partido, como Sergio Moro, do Podemos, ou João Doria, do PSDB.

O encontro contará com a presença de políticos do PSL que não migrarão para o PL de Jair Bolsonaro e está sendo articulado pelo presidente nacional da sigla, Luciano Bivar, que comandará também o União Brasil.

O PSL vive um dilema. Parte de seus filiados prefere apoiar Moro na corrida ao Planalto, pelo projeto apresentado e pelo fato de o ex-juiz se mostrar, até o momento, o nome da terceira via mais viável para furar a polarização entre Lula e Jair Bolsonaro, segundo as últimas pesquisas de intenções de voto.

Outro segmento do PSL sustenta que, após se fundir com o DEM, o União Brasil, que contará com o maior fundo eleitoral e tempo de televisão entre todas as siglas, terá força suficiente para almejar uma candidatura própria. Nesse contexto, filiados do PSL como Bivar têm defendido que o próprio Moro se filie à nova sigla para, então, ser o indicado da legenda ao Planalto. Há no PSL, ainda, quem prefira integrar a aliança de João Doria ao Planalto, caso o partido opte por apoiar um nome de outra legenda.

A reunião do PSL dia 8 de fevereiro representará um importante indicativo dos caminhos do União Brasil, mas a decisão final do futuro partido só será tomada após uma discussão mais abrangente envolvendo também ACM Neto e políticos do DEM.

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  1. Está claro o seguinte: Moro é o único candidato antissistema, o único da história política de centro do centro (para o juízo esclarecido de Aristóteles a virtude está no meio), o único que irá informar para a nação sua vida financeira privada, o único que não é político profissional, o único que é atacado por todos exceto os que acreditam que tudo pode ser melhor e o único no qual só existem dois motivos para não se votar: ter cargo no Governo Bolsonaro ou perdido algum nos do PT. Namastê!

  2. você tem razão em muito .. Moro tem de mostrar projeto de reestruturação econômica para o mercado interno vez que não temos dependência com o capital externo feita com a reforma tributária já que haveria elevação da renda dos trabalhadores essencial no caso para depois uma reforma política séria que poria fim aos muitos bandos que sugam o povo .. tem de ter paciência de escolher um vice que virá de um dos partidos mais antigos .. tem de motivar o eleitorado cansado disto.

  3. Tendo a concordar. Ninguém, ninguém mesmo entre os políticos quer Moro na política, muito menos na Presidência. Alguns, oportunamente, tentam se grudar a Moro por uma vaguinha no parlamento. Para eleição proporcional enxergam “vantagem” em colar em Moro. Moro tem que ter muita resiliência para não dar um bico nesta situação.

  4. Moro fica bem de qualquer maneira. Sozinho, já fez o #LulaCanalha e o #BolsonaroCovarde estremecerem. O barco já zarpou. Moro tem moral, 🤗🤍! #MoroPresidenteDoBrasil

  5. o União Brasil deve apoiar o Moro ou ficará fora do governo, Moro será o próximo presidente da República.

  6. Certamente que, se o União Brasil apoiar a candidatura promissora de Sérgio Moro para Presidente do Brasil, contará com muito mais força e será decisivo para a eleição de uma grande bancada parlamentar, pois os eleitores de Moro já entenderam que a renovação do Congresso é condição primordial para o governo de Sérgio Moro realizar as grandes mudanças pretendidas, para o bem do Brasil... Na verdade, proveito mútuo e benefício recíproco.

    1. coloquei Eduardo Leite como candidato a presidente ai ganha psl e dem

    1. O único que pode acabar com a polarização é Moro. Deviam estar procurando um vice forte.

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