Anderson Lira/FramePhoto/Folhapress

Desemprego recua, mas rendimento do brasileiro é o menor em uma década

28.01.22 10:04

A taxa de desemprego no país caiu de 13,1% para 11,6% no trimestre encerrado em novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 28, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O levantamento indicou, entretanto, que o rendimento do brasileiro caiu 4,5% em comparação com o trimestre anterior e 11,4% em relação ao mesmo trimestre de 2020. O índice ficou em 2.444 reais no trimestre, o menor já registrado pela série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

“Isso significa que, apesar de haver um aumento expressivo na ocupação, as pessoas que estão sendo inseridas no mercado de trabalho ganham menos. Além disso, há o efeito inflacionário, que influencia na queda do rendimento real recebido pelos trabalhadores”, explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a Pnad Contínua. Assim como nos trimestres anteriores, o número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado aumentou. O crescimento foi de 4% em comparação com o trimestre encerrado em agosto.

Segundo o IBGE, os setores do comércio, indústria, saúde e educação e de tecnologia da informação e comunicação foram os que mais expandiram a sua ocupação com trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Já é assinante?

Continue sua leitura!

E aproveite o melhor do jornalismo investigativo.

O maior e mais influente site de política do Brasil. Venha para o Jornalismo independente!

Assine a Crusoé

CONFIRA O QUE VOCÊ GANHA ASSINANDO O COMBO

  • 1 ano de acesso à CRUSOÉ com a Edição da Semana: reportagens investigativas aprofundadas, publicadas às sextas-feiras, e Diário, com atualizações de segunda a domingo
  • 1 ano de acesso a O ANTAGONISTA+: a eletrizante cobertura política 24 horas por dia do site MAIS conteúdos exclusivos e SEM PUBLICIDADE
  • Artigos Exclusivos de Diogo Mainardi, Mario Sabino, Ruy Goiaba, Carlos Fernando Lima e equipe
  • Newsletters Exclusivas

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
  1. Nos tempos da Mulher Sapiens, se falava que algo custava tantas "dilmas". Agora, está ainda pior, um "bozo" vale menos do que uma "dilma"! Dólar e gasolina lá nas alturas! Quem sabe o elemento quer superar os feitos do Sarney!

    1. Só não conseguirá superar o Zé Babaçu por causa da lei da responsabilidade fiscal. Esta mesma lei que os nossos brilhantes políticos atuais querem destruir.

  2. Resultado da política bozista: país quebrado, investidores em fuga, desemprego alto, inflação alta e queda geral de rendimento médio da população. Nunca na história deste país, tantas pessoas voltaram para o estado de miséria absoluta. Bozismo é isto: miséria, miséria, miséria para todos os cantos!

Mais notícias
Assine agora
TOPO