Adriano Machado/Crusoé

PF investiga suposta interferência em operação contra Milton Ribeiro

23.06.22 15:25

A Polícia Federal informou, em nota, a abertura de “procedimento apuratório para verificar a eventual ocorrência de interferência” na Operação Acesso Pago, que levou à prisão ontem do ex-ministro Milton Ribeiro — hoje ele foi solto por decisão do TRF-1.

O comunicado não detalha as razões, apenas cita “boatos de possível interferência na execução da operação” e diz que o objetivo da apuração é “garantir a autonomia e a independência funcional do delegado de Polícia Federal, conforme garante a Lei nº 12.830/2013”.

“Informamos que foi determinada a instauração de procedimento apuratório para verificar a eventual ocorrência de interferência, buscando o total esclarecimento dos fatos.”

Segundo a Folha, o delegado Bruno Calandrini enviou mensagem aos colegas alegando “interferência na condução da investigação”, que teria sido prejudicada em razão de tratamento diferenciado dado pela polícia ao ex-ministro.

No texto, ele diz que carece de “autonomia investigativa para conduzir o inquérito deste caso com independência e segurança institucional”.

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    1. Ele vai virar superintendente da divisão de proteção às girafas da Amazônia.

  1. o diretor da polícia federal foi colocado no cargo para ter contato direto com ee, e vice-versa, então não estranho essa situação.

  2. Se a lei 12,830/13 funcionasse o delegado da superintendência do Amazonas que denunciou crimes cometidos por Ricardo Salles não seria afastado do cargo. Força polícia.

  3. Bom, está na cara que a máscaras que falsifica o des governo bolsonaro de protetor da honestidade e da lei jamais cairá com o fake da “autonomia” da PF na já era Bolsonaro. Não só com a publicitacao, escancarada por ele próprio, pedindo o domínio da instituição- o que realizou plenamente pos saída de Moro- como também o fato do mesmo se divertir, patologicamente, com o mal feito. O bolsonarismo, mais uma vez, copia o luloptismo na arte de escamotear.

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