O novo Laurence

07.09.18

As investigações do Ministério Público de São Paulo sobre Geraldo Alckmin jogam luz sobre um personagem que, para os investigadores, exercia um papel crucial na arrecadação de caixa dois para as campanhas tucanas no estado. Após passar por diversos cargos no governo do próprio Alckmin, Marcos Antônio Monteiro passou a ocupar o posto de presidente da Investe São Paulo, agência responsável pela interlocução do Palácio dos Bandeirantes com o setor privado (foi mantido no cargo pelo atual governador, Márcio França). Para os promotores, Monteiro atuou diretamente na coleta de caixa dois para a campanha de Alckmin em 2014. É por esse motivo que ele tem sido tratado internamente como “o novo Laurence”, em alusão a Laurence Casagrande, ex-braço direito de Alckmin nas obras viárias paulistas acusado de organização criminosa, fraude em licitações e falsidade ideológica. O “novo Laurence” ainda é um desconhecido do grande público, mas na ação de improbidade ajuizada contra Alckmin esta semana por repasses da Odebrecht, ele é citado 31 vezes.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéGeraldo Alckmin: o tucano tem mais um estorvo em seu caminho

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  1. Como das vezes anteriores, acusações contra Alckmin são apresentadas às vesperas das eleições. Estas passam e tudo é arquivado. Servem somente para agredir a imagem dos contrários. Mais nada!

  2. PCC e santo diante de tantos criminosos se colarinho branco. Política no Brasil se faz com roubo. Antes, durante e depois. So matanto. Não tem mais jeito.

  3. A Crusoé podia fazer uma grande reportagem sobre o Laurence, o que ví até agora não me convenceu que ele é culpado para mim a sua prisão foi o maior absurdo da Lava Jato.

  4. Até quando vamos permitir ser enganados por este grande esquema montado para iludir a população. Corrupção, caixa dois, tribunais, discursos mentirosos, propaganda enganosa, como se nós não percebêssemos a armação para manter tudo, exatamente tudo, do jeito que está. Estamos dominados por 40 anos por este sistema socialista que agora decidiu pelo moderador, apaziguador, promotor da união nacional, o falso Geraldo Alckmin, atolado até o nariz com o que há de pior na política nacional, o Centrão.

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