O STJ e a investigação contaminada

07.09.18

O novo presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, prestou depoimento como testemunha em um processo interno aberto para apurar supostos desvios em contratos de 30 milhões de reais para substituir o sistema de cabos de dados da corte. O ministro era o responsável por comandar a área de informática do tribunal quando os serviços foram contratados. À comissão interna que fez a apuração, Noronha manifestou preocupação com o caso, e não foi propriamente com a parte que envolvia a suspeita de irregularidades no trato com o dinheiro público: ele disse que a investigação interna estaria “contaminada” por acusações precipitadas. A conclusão do trabalho mostrou que o agora presidente do tribunal não tinha razão. Com base em uma perícia da Polícia Federal, a comissão concluiu que, sim, houve fraude nos contratos, além de superfaturamento de 8 milhões de reais.

José Alberto/STJJosé Alberto/STJEm depoimento, o ministro Noronha reclamou da apuração sobre os desvios

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  1. Quer dizer que sua excelência o juiz ladrão fraudador vira "testemunha" ao invés de réu no julgamento do seus próprios crimes? Que outras benesses virão do CORPORATIVISMO típico do Judiciário? Aposentadoria com pensão integral vitalícia, provavelmente.

  2. Sim, houve fraude e superfaturamento...e aí?! Quais ferramentas a tal Democracia, que tanto falam, dispõe para punir os delinquentes?

  3. Os três podres poderes estão contaminados pela corrupção e pela ideologia marxista tupiniquim. A sociedade não acredita mais.

  4. A canalhada está em toda parte , BOLSONARO NELES. É bom JAIR se acostumando. Fujam para o exterior, uma vez que não farão falta ao País

  5. É sempre assim e, como bem sabemos, se a PF seguir o dinheiro uma boa parcela dos oito milhões estará depositada em alguma conta corrente do Noronha ou de um laranja. Não conseguem mais nos enganar!

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