Claudio Reis/FramePhoto/Folhapress"Bolsonaro sai do script toda hora. Você não consegue colocá-lo no script. Ele foge"

‘Quanto mais o PT fala, mais ajuda Bolsonaro’

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, aposta que a maior exposição de Lula a partir do início da campanha vai ajudar o atual presidente a recuperar seu eleitorado perdido
01.04.22

Ao ascender ao comando do Ministério das Comunicações, em junho de 2020, Fábio Faria tinha dois desafios: reverter a queda de popularidade de um governo que já patinava no combate à pandemia e pacificar a relação de Jair Bolsonaro com os demais poderes da República. A se considerar o fato de que a taxa de rejeição ao presidente pulou de 44% para 55% desde então, apenas a última tarefa foi cumprida – mesmo assim, parcialmente e por pouquíssimo tempo.

A estratégia traçada para afastar Bolsonaro do cercadinho do Palácio da Alvorada e, assim, evitar ruídos desnecessários com integrantes do Supremo Tribunal Federal funcionou apenas por quatro meses – o que o próprio ministro admite. “Quando assumi, pedi para ele sair do cercadinho. Aquilo ali estava virando a pauta do dia. Considero que o governo tem muitas realizações, mas o nosso adversário leva a gente para o campo da guerra das ideias, das discussões, dos temas polêmicos. E quando caímos nisso, é uma derrota”, diz Faria, nesta entrevista a Crusoé.

O ministro da propaganda de Bolsonaro indica quais argumentos serão lançados pelo presidente para tentar reverter a expressiva vantagem de Lula – hoje, de 17 pontos percentuais, segundo as mais recentes sondagens eleitorais. Para ele, será preciso lembrar os eleitores dos escândalos da era petista: “Falar como foi o Banco do Brasil, como era a Caixa Econômica, como eram os Correios, como era a Petrobras”. Em paralelo, ele aposta que a ampliação da exposição de Lula, com o início da campanha, também tende a ajudar Bolsonaro. “Quanto mais o PT fala, mais nos ajuda, mais ajuda Bolsonaro. Porque assim eles mesmos mostram quem são. Quando o vermelho for para as ruas, as pessoas vão ter vontade de sair correndo”, afirma. Eis a entrevista:

Muita gente, inclusive do entorno de Bolsonaro, diz que o presidente se comunica mal. O sr. concorda?
É complicado falar isso, porque ele ganhou a eleição se comunicando. Não tinha apoio da mídia, apoio financeiro ou de partido político. Ele largou com sete segundos de televisão, com uma campanha eleitoral mais barata do que a de deputado federal. Ganhou a campanha se comunicando com pensamento e valores fortes. Eu diria que ele conseguiu se identificar com a população, com as ideias.

Mas a crítica que fazem a ele é quanto à forma de se comunicar como presidente.
O presidente é muito sincero. As pessoas de verdade estão sendo muito criticadas. Hoje, estão preferindo aquelas pessoas que falam “by the book“. E Bolsonaro sai do script toda hora. Você não consegue colocá-lo no script. Ele foge.

O sr. tenta colocá-lo no script?
Tento. Em temas polêmicos dos quais os políticos normalmente fogem, Bolsonaro corre para falar. Lembro de quando eu assumi o Ministério das Comunicações, em junho de 2020. Ficamos quatro meses, quase 120 dias, sem nenhum tipo de polêmica. Eu vim com o discurso da pacificação naquele momento. Era como falar em paz no meio de uma guerra. Ninguém acreditava nisso, e a gente viveu em paz durante quatro meses.

Em quatro anos de governo, não é pouco?
A gente estava em conflito semanal, diário. Aí de uma hora para outra ficamos quatro meses em paz. Quando assumi, pedi para ele sair do cercadinho. Aquilo ali estava virando a pauta do dia. Considero que o governo tem muitas realizações, mas o nosso adversário leva a gente para o campo da guerra das ideias, das discussões, dos temas polêmicos. E quando caímos nisso, é uma derrota. Nosso combate tem que ser no campo de comparar governo com governo. O presidente amadureceu muito. Hoje ele sabe que precisa do Congresso. Não adianta falar nas redes sociais e achar que projetos serão aprovados.

Quando Bolsonaro chama Alexandre de Moraes, do STF, de “canalha“, que avaliação o sr. faz?
Eles dois são muito grandes para outros quererem opinar. A gente entra tentando que eles consigam se entender. Qualquer debate entre Congresso e Executivo, entre Supremo e Executivo, é ruim para quem está no poder. O dólar aumenta, tem-se uma crise, o mercado cai e a instabilidade reflete nos preços. Nesse episódio dele com Moraes, quem entrou foi o Temer, que foi quem indicou o ministro Alexandre. Mas é óbvio que todos os ministros (do governo) dão conselhos para arrefecer.

E quanto ao xingamento de “canalha”?
Não quero entrar nesse ponto, mas o próprio presidente reconheceu que falou no calor do momento e depois, com Temer, admitiu que não era para ter falado.

Qual será o pilar da estratégia de comunicação do governo durante a campanha?
Comparar governo a governo e relembrar a população, porque o brasileiro tem memória curta, como foi o governo do PT. Falar como era o Banco do Brasil, como era a Caixa Econômica, como eram os Correios, como era a Petrobras. Isso vai rememorar as pessoas. A gente acredita que o presidente está num momento de crescimento, ele saiu dos embates. E o PT, que estava fora, só assistindo de camarote, começou a apanhar.

A tendência é que, com o início da campanha, o PT e Lula fiquem mais expostos e tendam a perder terreno?
Cada vez que o PT fala, pior fica para eles. Agora mesmo, lá no Paraná, petistas falaram que eram contra pessoas receberem título de terra, que a terra tinha que ser dada quando Deus assinasse e reconhecesse firma. Lula estava nesse evento. Será que o brasileiro está disposto a votar pelo MST invadindo suas fazendas, suas casas, suas propriedades? O Lula continua apoiando isso, ele estava nesse evento. Quanto mais o PT fala, mais nos ajuda, mais ajuda Bolsonaro. Porque assim eles mesmos mostram quem são. E não existe outro caminho nesta eleição a não ser Lula ou Bolsonaro. Por isso, acreditamos muito que Bolsonaro vencerá a eleição no segundo turno.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/Crusoé“Bolsonaro fez uma composição política, sim. Aprendeu que precisa do Congresso para governar”
O que explica a polarização?
Os candidatos da terceira via não têm tempero. Nenhum deles tem tempero. E eles se perderam nos próprios discursos. João Doria mostrou que o que falava não era real. Sergio Moro se perdeu nas próprias ações e palavras. Ciro Gomes está no campo político do Lula, o que o atrapalha muito. Ele até tentou ir para a centro-direita, mas não conseguiu, pelo seu histórico. Então, essa eleição será polarizada entre as duas maiores lideranças populares dos últimos 40 anos.

O fato de Bolsonaro aparecer bem atrás de Lula nas pesquisas não é uma sinalização de fracasso do governo?
Lula está com uma gordura porque Bolsonaro está agora 100% sob ataque. Bolsonaro pegou, no primeiro ano, (a tragédia de) Brumadinho. No segundo ano, veio a Covid. E no terceiro, Covid mais crise hídrica. Neste quarto ano, tem a guerra da Ucrânia e da Rússia. E o PT, calado. A pancadaria de tudo isso está só em cima do presidente. Como Lula foi visto pela população como único candidato que fazia frente ao Bolsonaro, quem estava com raiva dele falava que votava no PT. Só que isso é um número fake. Porque a partir do momento em que Bolsonaro começar a mostrar como o governo dele está trabalhando, saindo desses debates polêmicos, o eleitor de 2018 começará a voltar para ele. Porque ele saiu daquela guerra.

A estratégia, então, é falar mais de feitos da gestão e evitar polêmicas?
Exatamente. Tem muita gente em 2018 que votou no Bolsonaro para derrotar o PT.

Mas hoje muitos eleitores dizem que votarão no PT para derrotar Bolsonaro. O antibolsonarismo se tornou mais forte que o antipetismo?
Não. Acho que os dois são muito fortes. Eu diria que o antibolsonarismo hoje é mais vivo por conta da guerra que o presidente enfrenta todos os dias. Tanto nas redes sociais quanto na mídia. Só que o bolsonarismo é muito mais vivo que o petismo. O bolsonarista vai para a guerra: pede voto, sai na rua, fala com os amigos. E o eleitor do PT não é tão vivo. Quando o vermelho for para as ruas, as pessoas vão ter vontade de sair correndo.

Geraldo Alckmin, virtual vice de Lula, torna a imagem do PT mais palatável ao centro?
Em uma eleição entre Lula e Bolsonaro ninguém vota no vice. É o mesmo que (Guilherme) Boulos, que desistiu de concorrer ao governo de São Paulo, decidir ser vice do Tarcísio (de Freitas, ministro da Infraestrutura) e acharem que o eleitor dele (Boulos) vai votar no Tarcísio. Não vai. Alckmin leva desgaste para o Lula, porque bateu muito forte no PT a vida toda, sobretudo em 2018. Então, o eleitor apaixonado pelo Alckmin se sente traído porque ele virou petista, e o eleitor do PT se sente traído porque Lula pegou um tucano que era um inimigo dele. Na minha opinião, é um erro grave de avaliação. O vice não agrega voto numa eleição entre Lula e Bolsonaro.

É por isso que Bolsonaro sinaliza que escolherá Braga Netto para vice?
Bolsonaro escolheu um nome de confiança. Se ele soubesse que essa eleição precisaria de um vice que agregasse voto, buscaria um perfil mais político. Como sabe que não interfere no resultado da eleição, escolheu um vice que seja de sua confiança. Um general do Exército.

O sr. falou em “traição” ao se referir ao casamento entre Lula e Alckmin. Bolsonaro criticou muito o Centrão em 2018 e, cada vez mais, entrega-se ao Centrão para governar. Também não é uma traição?
Não, porque ele não era anti-Centrão a vida toda. Bolsonaro era Centrão (ao longo de sua trajetória como deputado federal).

Mas em 2018 ele se elegeu criticando o Centrão.
Ele criticou a velha política, que hoje não existe mais. Virou a chave. Antigamente, os partidos indicavam para os ministérios, e eram as mesmas pessoas e os mesmos ministérios. Hoje não existe mais isso. Bolsonaro fez uma composição política, sim. Aprendeu que precisa do Congresso para governar. Não se aprova projeto via rede social pressionando o Congresso. O Congresso não caiu nessa e mostrou que queria participar. Mas os espaços são outros, os nomes são outros. Passa por um crivo muito maior. Existe uma diferença muito grande na forma como o governo lidava com o Centrão e como lida hoje.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/Crusoé“Quando assumi, pedi para ele (Bolsonaro) sair do cercadinho. Aquilo ali estava virando a pauta do dia”
Quem manda hoje na articulação política é o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, cacique do Progressistas, e Valdemar Costa Neto, presidente do PL. São nomes do Centrão que sempre estiveram no poder, inclusive na gestão de Lula e Dilma.
Estou falando da estrutura ministerial. O Republicanos é o único partido que indicou político (o ministro da Cidadania, João Roma). Eu não fui indicado do PSD. Fui indicação pessoal do presidente. O Ciro não foi indicado pelo PP, foi indicação sugerida por mim e por outros integrantes do governo para melhorar a relação com o Senado. É diferente.

Na hora de votar, o eleitor bolsonarista mais ideológico vai entender a aliança do presidente com o Centrão?
Vai. Porque Bolsonaro só conseguiu governar por ter feito isso. Do contrário, não ia conseguir governar. Ia só ficar brigando e não ia aprovar nada.

Bolsonaro chegou a ser ameaçado de impeachment. O que deu estabilidade política a ele?
Bolsonaro fez o presidente da Câmara, fez o presidente do Senado. Então, mostrou articulação política. E ele tem uma base muito forte. Ninguém faz impeachment de um presidente que tem o apoio de um terço da população, um terço de ótimo e bom de avaliação. Ia virar uma guerra civil no Brasil se tentassem fazer o impeachment do presidente.

Em 2018, o combate à corrupção e à velha política pautaram o debate eleitoral. Qual será o mote da campanha de 2022?
Resultado, experiência e, diante da crise epidêmica, saúde. Além de economia, como sempre. Haverá, também, muita comparação entre os governos.

E o que Bolsonaro fará para explicar ao eleitor a inflação galopante?
A inflação está no mundo inteiro, né? Acredito que a inflação americana vá ser maior que a brasileira. A questão da guerra da Rússia com Ucrânia mexe na questão dos fertilizantes, do petróleo e do gás. Isso tem impacto em todo o mundo. O Brasil hoje é um porto seguro de investimentos. A gente pode ser um novo país de oportunidades. O dólar está caindo aqui. Isso mostra que o Brasil está conseguindo se safar um pouco.

Por que o sr. desistiu de ser candidato ao Senado no Rio Grande do Norte?
Quero voltar para o setor privado, ficar mais perto da família. Minha família mora em São Paulo, minha base é Natal e eu trabalho em Brasília. Sempre disse: serei candidato ao Senado ou nada. Não queria disputar o governo estadual e nem vaga de deputado federal. Fiz pesquisas, e meu grupo político quis que eu fosse candidato ao Senado. Chegando em dezembro de 2021, vi que, se fosse candidato, não conseguiria inaugurar o 5G nas capitais. Aí refleti e tomei minha decisão. Vamos inaugurar o 5G em julho em todas as 27 capitais. O 5G traz uma mudança total de vida. O 4G conecta pessoas com pessoas. O 5G conecta marcas com marcas. Por exemplo: no interior do Rio Grande do Norte você vai poder, via telecirurgia, operar com um médico lá em Israel. É como se ele estivesse in loco. Vai ser uma nova realidade.

A vigilância redobrada do Judiciário sobre o Telegram, que chegou a ser suspenso no país por ordem do STF, pode atrapalhar Bolsonaro. Como o sr. avalia o bloqueio ao aplicativo?
Não entro em discussão jurídica. Aqui a gente tem um combinado forte entre os ministros de que é cada um na sua área. Essa questão do Telegram é com o advogado-geral da União. Quem tem que falar sobre isso é o presidente e o ministro da AGU.

Somando todas as áreas, o governo prepara gastos de 1 bilhão de reais em propaganda em 2022. Para além de se tratar de um ano eleitoral, Bolsonaro pregava austeridade. É correto destinar tanto dinheiro para propaganda em época de crise financeira?
Tem uma regra agora que estipula que o primeiro semestre deste ano é a soma (média) dos outros três. Neste ano, o governo tem no primeiro semestre 200 milhões para gastar. E das estatais, desse 1 bilhão, só 120 milhões podem ser usados no primeiro semestre. Fora isso, só conseguiríamos fazer propaganda se fosse de utilidade pública e com aprovação do Tribunal Superior Eleitoral. Por exemplo, no caso de uma nova cepa de Covid. Então, quando se fala nesse valor, 80% só serão utilizados, e se forem utilizados, no segundo semestre, no pós-eleição.

Já é assinante?

Continue sua leitura!

E aproveite o melhor do jornalismo investigativo.

O maior e mais influente site de política do Brasil. Venha para o Jornalismo independente!

Assine a Crusoé

CONFIRA O QUE VOCÊ GANHA ASSINANDO O COMBO

  • 1 ano de acesso à CRUSOÉ com a Edição da Semana: reportagens investigativas aprofundadas, publicadas às sextas-feiras, e Diário, com atualizações de segunda a domingo
  • 1 ano de acesso a O ANTAGONISTA+: a eletrizante cobertura política 24 horas por dia do site MAIS conteúdos exclusivos e SEM PUBLICIDADE
  • Artigos Exclusivos de Diogo Mainardi, Mario Sabino, Ruy Goiaba, Carlos Fernando Lima e equipe
  • Newsletters Exclusivas

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
  1. O PT é asqueroso, o centrão consegue ser pior. O Lula comprou o Centrão, o Bolsonaro se deixou escravizar pelo centrão, o maior inimigo.

  2. O cara ensaiou bem as falas e evitou igual peixe esguio certas perguntas. Tem que usar tecnicas de interrogatorio ou pentotal nas entrevistas,kkkkkkk

  3. O ministro fala que brasileiro tem memória curta. Tem toda a razão, ele mesmo esqueceu que foi fervoroso apoiador (e base no congresso) dos governos PT que ele agora resolve esconjurar. Cara de pau pouca é bobagem, pelo amor de Deus...

  4. Jair Bolsonaro, nunca mais. JB jamais irá conseguir seus ex-eleitores. O Presidente foi tão hábil em perder eleitores que talvez alguns preferem votar no Lula!! Moro ou Nulo!!!!

  5. Só vejo uma solução: redescobrir o Brasil Ruptura já Estado mínimo Parlamentarismo Privatização total Voto aos 21 anos Fim das bolsas-voto Lei da ficha limpa plena Foro privilegiado restrito Fim dos cargos vitalícios Prisão em segunda instância Fim da estabilidade do funcionalismo Fim das indicações monocráticas de servidores Candidato a qq cargo político acima de 50 anos Perda dos direitos politicos por 2 legislaturas se renunciar Quarentena de 1 ano após fim da legislatura p nova candidatura

    1. Prezado Sérgio Martins, voto aos 21a elimina a doutrinação nas escolas. Oq favorece o apadrinhamento político no funcionalismo é o ingresso sem concurso. Analisemos com profundidade... Saudações

    2. Tu deve ser uma osso bem complicada, pois tu negas a juventude, nega que servidor público sem estabilidade serve para apadrinhados de políticos corruptos. Sérgio Moro ou terceira via puro sangue. GenoBOZO é Luladrão, jamais.

  6. Não entendi,vc disse q o Bolsonaro elegeu o Pr da Câmara e do Senado e isso não teve custo?O q foi o Orçamento Secreto,então?Acabou a Velha Política?Só se foi em Marte!

    1. Bolsonaro tem dedo podre, pra tudo. Em 2022 não queremos nem Bozó nem Lula. Terceira Via sensata e inteligente. Bolsonaro só se elegeu porque não tínhamos opção. E o ministro de comunicação muito ruim, não consegue traduzir o chefe, o que era ruim só piorou com o tempo.

  7. A Crusoé anda perdendo tempo e espaço com gente que não vale a pena. Se tem ligação com Bolsonaro ou Lula, a credibilidade é zero ...

  8. já recebi uma propaganda bolsonarista pelo WhatsApp, relembrando o brasileiro dos roubos na Petrobras, Correios, apartamento, sítio... fazendo propaganda em cima do que a Lava Jato combateu, e o governo bolsonaro ajudou a enterrar! Bando de imbecis salafrários! esquecem que bolsonaro foi eleito na onda da lava jato e graças a facada! acordem!

  9. FABIO FARIA !! “Quando o vermelho for para as ruas, as pessoas vão ter de sair correndo” Com certeza .... E SE JOGARÃO NO COLO DA 3ª VIA !!! Pois não há quem aposte que seu chefe chegue ao 1º turno e tampouco lula vença a eleição . #bolsolulismo nunca mais . Xôôôôõ

  10. JMB foi eleito eleição legítima pela maioria dos votos válidos. Era oposição. Agora na situação reclama ad nauseam que apanha todos os dias. Esqueceu que fez oposição por 27 anos na câmara federal e batia todos os dias? Mesmo q ele fosse escolhido rei, teria oposição. É uma criatura destemperada e que pensa com o fígado. Está pista junto com o ex-presidiário Valdemar da Costa Neto batendo no ex-presidiário Lula. E o Brasil derretendo.

  11. Saint Exupery no Pequeno Príncipe disse "o essencial não é visível aos olhos" grande verdade .. o ministro lembra algo que o ignirante povo brasileirio "esqueceu" e é vítima de si mesmo há séculos de dominação por elites ladras e criminosas .. há uma clara guerra revolucionária em curso na imprensa e redes sociais e o ministro das Comunicações não vê? vão entregar covardemente o poder a ladrões em luta? vão sim preparemo-nos para virar lixo e como venezuelanos comer as sobras de criminosos.

  12. A vida é curta demais para perder tempo com uma entrevista dessas. Para que e por que vocês se prestam a esse papel?

    1. Bem no alvo Carlos o homem das comunicações falou falou falou ... comunicou porra nenhuma.

  13. MEU LIVRO “O INROTULÁVEL”. Link de acesso: https://www.amazon.com.br/dp/B09HP2F1QS/ref=cm_sw_r_wa_awdo_PQSA5Z6AXXH2SX16NH87 ..............................................……. o ACORDÃO dos DEGENERADOS MORAIS para EVITAR o IMPEACHMENT do BOLSONARO e TIRAR LULA da CADEIA! os EXEMPLOS EXECRÁVEIS que uma SOCIEDADE tão CORRUPTA é capaz de produzir! Em 2022 SÉRGIO MORO “PRESIDENTE LAVA JATO PURO SANGUE!” Triunfaremos! Sir Claiton

  14. 1 bilhão de reais para o executivo federal gastar com propaganda (mentirosa) em 2022. Dá quase R$ 5,00 para cada brasileiro. Esta aberração é repetida pelos 26 estados, distrito federal, e os mais de 5.000 municípios.

    1. É uma pena, essa visão tosca e errada da situação, Bolsonaro 22.

Mais notícias
Assine agora
TOPO