Alô, alô, Escola de Chicago

26.05.22

Tem liberal da turma do Ministério da Economia que ficará de recuperação nos temas de competitividade e economia de mercado. Na consulta pública aberta pela Antaq, agência reguladora do sistema portuário, para discutir a licitação de uma nova área no Porto de Santos, uma ala da pasta defende proibir a participação de empresas com logística integrada, ou seja, que possuem navios e também operam terminais de contêineres. O impedimento vai contra a tendência mundial de ganho de eficiência, aumento de competitividade e preços justos para os usuários dos portos. Nesta quinta, o Tribunal de Contas da União ( TCU) começou a debater  a questão no âmbito técnico, preparando-se para quando o processo licitatório passar por lá, o que deverá ocorrer em breve.

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  1. Fui ver no site da Antaq a que se refere esse processo. Trata-se de uma área destinada ao movimento de fertilizantes, entre outros. A reportagem deveria ter aprofundado mais sobre essa ala contrária as empresas integradas: movimento de container e proprietários de navios, de participarem a esse processo. Que ponto de vistas defendem? Essas empresas integradas permitirão mais eficiência mas, como ficaria esse setor quanto a concentração na mão de empresa ou empresas com essas características?

  2. Essa proibição não faz qualquer sentido. Alguém poderia me explicar a justificação pra isso, por favor?

    1. Cria-se dificuldades, para depois vender facilidades!!!

    2. Esta é demais, assim não dá, não sei como Bolsonaro aguenta.

    3. grana. querem malas de grana. Porque facilitar se podem dificultar para depois facilitar$$$$,?

  3. No discurso oculta-se o fato do Dragai vermelho e seus lobistas no Brasil estarem de olho na compra da infraestrutura portuaria do litoral brasileiro para dominio logistico de controle global da navegacao comercial mundial

  4. Querer e ser eficiente, não é e nunca esteve no radar de nossos administradores públicos.... Afinal, a viúva sempre paga pelo prejuízo....

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